As últimas 24 horas de Elvis Presley

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Como tinha sérias dificuldades para dormir, Elvis acabava trocando o dia pela noite. Pobre de quem tinha que servi-lo (coitado do dentista) ou, até mesmo, o bajular. Durante os anos 70, o Rei fechava a sala de projeções do Memphian Theater para comandar suas sessões cinematográficas, quando, na maioria das vezes, assistia a filmes de caratê. Vale lembrar que o cantor praticou a arte marcial por 20 anos, chegando a se graduar no oitavo Dan de faixa preta. Mas na noite do 15, Elvis resolveu ficar em casa. Naquele mesmo dia, segundo seu assistente de palco, Charlie Hodge – conhecido por entregar os lenços no palco –, o ídolo estava entusiasmado com seu projeto de abrir uma produtora de filmes, quando se dedicaria a atuar, apenas em papéis dramáticos, e dirigir. O Rei chegou a iniciar seu primeiro documentário, que abordaria o caratê. Equipes de filmagem foram mandadas à Europa para registrar campeonatos mundiais. Alguns takes podem ser conferidos no filme póstumo “Elvis, ídolo imort...

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Livros escritos por astros do Rock


Lenda do rock e do folk, criador do Buffalo Springfield, líder da banda Crazy Horse, parceiro de Crosby, Stills e Nash, um dos maiores guitarristas de todos os tempos e um dos músicos mais influentes de sua geração. Ao longo do último meio século, o cantor e compositor Neil Young construiu uma carreira de sólido sucesso em todo o planeta. O lançamento mundial deste livro, revela uma personalidade multifacetada – para muito além do que os fãs de sua música poderiam imaginar. Young escreveu de próprio punho uma narrativa fragmentada, com o vai e vem aleatório das recordações determinando a ordem em que as histórias são apresentadas.







Pete Townshend: A autobiografia
A banda The Who era uma das maiores promessas do rock inglês em 1967, quando Pete Townshend, seu guitarrista e principal compositor, decidiu pinçar uma entre as diversas cartas de fãs que recebia com um propósito insólito: aquela correspondência permaneceria fechada e só seria lida muitos anos depois, no momento em que ele fosse escrever a história de sua vida. A mensagem congelada no tempo, raciocinou Pete, poderia lhe dar uma perspectiva sobre sua carreira ao abrir o envelope no futuro, já na condição de consagrado ícone do rock. Um dos destaques desta autobiografia é justamente o teor da carta mantida inviolada pelo músico por todo esse tempo. O livro recapitula com detalhes toda a gestação de um grupo, dos ensaios iniciais ao primeiro contato com o vocalista Roger Daltrey, dos shows na banda The Detours à admissão do incontrolável Keith Moon como baterista da formação clássica do The Who. Townshend também descreve seu processo criativo e não hesita em dar crédito aos músicos que mais o influenciaram, como os Beatles.







Os Paralamas do Sucesso: Vamo Batê Lata, de Jamari França
O livro de Jamari França conta a trajetória dos Paralamas do Sucesso, uma das bandas brasileiras de maior sucesso – tanto de público quanto de crítica – desde o seu início, no começo dos anos 80, até os dias de hoje. O livro traz muitas histórias, fotos, discografia e índice onomástico para consulta.







Heroína e Rock’n’Roll, de Nikki Sixx
O roqueiro Nikki Sixx compartilha anotações feitas em um diário ao longo do ano em que foi tragado por um espiral de heroína e cocaína. Essas revelações são apresentadas com comentários do próprio Nikki e de pessoas que conviveram com ele nesse turbulento período.







50 anos a mil, de Lobão
Nesta autobiografia, Lobão conta, em um volume ilustrado, a história do menino que queria ser jogador de futebol e acabou se transformando num dos grandes nomes do rock brasileiro.


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Crônicas – Volume 1, de Bob Dylan
Uma obra tão eloquente, inspirada, nostálgica, doce e enlouquecida quanto seu autor. A maior parte de suas reminiscências lida com a época em que o cantor circulava pela cena folk do Greenwich, quando suas antenas captavam todas as referências e histórias que poderiam ser usadas nas letras de suas canções. Crônicas é menos um retrato fiel da vida de Dylan e mais uma colcha de retalhos de casos expostos de forma não linear, revelando um artista ainda em conectado com a ambivalência de sua própria genialidade.





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